UNIVERSO EM DESENCANTO FOI FALSIFICADO?

CULTURA RACIONAL FOI FALSIFICADA?

O Retiro Racional e as Caravanas estão precisando de um Site Interno de Denúncias Anônimas?

EXISTEM TEXTOS FALSIFICADOS DENTRO DA CULTURA RACIONAL ?

1 - CAVALEIRO DA CONCÓRDIA PÁG.104 – sobre as profetisas – e sobre o homem que tentou atirar no MJC? Há algum tipo de preconceito ou machismo? Jorge Elias insinua que as pessoas tem espírito no corpo (o trecho final sobre Getúlio Vargas, cavalo alado etc) e quer gerar pânico com os trechos sobre o apocalípse (os diabólicos procuram enriquecer amedrontando as pessoas - OPFA), contradizendo a Cultura Racional? Qual será a história verdadeira?

2 - 57º. HIST. PÁG.158 – levitar em corpo de matéria mesmo? (obs.: isso parece meio estranho, inútil e perigoso.)

3 - 751º, 784º. HIST. PÁG.17 – levitar é só em corpo de energia. (Qualquer corpo de energia levita.)

4 - 164º. HIST. PÁG.125 – a leitura para os que já morreram; ler para defunto? Ninguem tem espírito perambulando no vácuo e o novo aparelho surge imediatamente após a morte do velho aparelho! (OPFA). e depois, quem disse que a pessoa gostaria de nascer na mesma família? O estudante mal consegue desenvolver o próprio raciocínio, que dirá o raciocínio de falecidos. Fica parecendo coisa de espiritismo.

5 - 245º. H. P.30 – quem está ligado a energia racional não envelhece? ( MJC ficou velho). - as múmias se conservam por que eram ligadas a energia racional? (ridículo - eram estripadas e enchidas com resina; natrão etc)

6 - 246º. H. P.84 – os maus tem vida curta e os bons tem vida longa? (quem bom seria se isso fosse verdade)

7 - 288º., 292º., 489º., 542º. H. P.5 – AIDS mata mesmo.

8 - 851º. H. P.6 – epidemia que vai levar todos para o mundo racional? (obs.: os diabólicos procuram enriquecer amendrontando as pessoas - OPFA)

9 - 305º. H. P. 70 – só desenvolve estudando a cultura racional? (e as pessoas boníssimas de ótimo comportamento?)

10 - 461º.H P.14 – ora banho quente ora banho frio ou, quem sabe, sem banho ou banho só de asseio? – e os casados que se virem?

11 - 522º. H. P.17 – quem está amparado pela natureza não tem AIDS.

12 - 559º.H., 578º., 806º. – Afinal, a Terra é redonda ou oval ou achatada ou ôca?

13 - 828º.H. -, 825º.H. – o mundo vai acabar naturalmente ou com epidemia?

14 - 853º.H. E 854º.H.– desenvolver só um de cada vez? (então a fila é grande, vamos esperar sentado)

15 - 912º.H. – a pessoa morre de câncer com o raciocínio desenvolvido?

16 - 934º.H. – último livro dos mil?

17 - 935º. H. - um ‘vento’ que vai levar todos para o mundo racional? (ridículo!)

18 - 936º. H. – término dos mil livros outra vez?

19 - 940º.H. – a terra subindo para quê? Se tem passagem para o mundo racional aqui mesmo? (OPFA)

20 – 494º., quem se conhece é vegetariano (e a cabeça de peixe?). Tanto os bichos como os vegetais e os minerais já foram racionais e provavelmente todos devem sentir dor ao serem devorados.

21 - 576º. PÁG.21, a cura da aids lendo o livro?

22 – 522º. PÁG. 18, câncer e aids são da natureza e não tem cura?

23 – 3º. DA RÉPLICA PÁG.44: todo o cidadão será obrigado a fazer um curso de um ano e meio(?), prestar concurso, ser aprovado e ter a carteirinha para comprar comida, receber pagamento, fazer negócio e ter transito livre? (obs.: pelo jeito vai todo mundo morrer de fome ou virar ladrão.)

24 – Nas Obras Primas: Sobre a evolução de espíritos puros no Sol?

25- Porque só muito mais tarde Ele avisa(?) que quem come carne não desenvolve o Raciocínio. Como fica toda a leitura anterior?

26 – É preciso o conhecimento integral da obra ou somente os trechos mais importantes?

27 – As Caravanas se tornaram perigosas; chamariz de pilantras: Existem doações sinalizando presença de dinheiro e não há nenhum processo seletivo para participar das Caravanas; qualquer pessoa perigosa pode participar; não há verificação de antecedentes, monitoramento de novatos.

É perigoso principalmente para as mulheres, onde correm o risco de serem até prostituídas sem saberem, pelas ‘amigas casamenteiras’ aos ‘caravaneiros’ traficantes por ganância, ciúme, inveja. E lá vão os homens por causa das mulheres e as mulheres por causa dos homens, virou clube social ou boate , almoços, viagens, festas, paqueras, o medo da solidão, os (as) que entregam informações sobre os/as colegas aos vagabundos, fingindo que quer ajudar a pessoas a encontrar um parceiro; há assédio, roubo etc.

E no Retiro então? Pobre daquelas que moram sozinhas, deviam andar armadas, ou se atrevem a visitar a Fonte das Paixões sozinha, (a propósito, a palavra vem de 'pathos - doença'), e depois ainda tem que encarar o medo de denunciar os monstros, sofrendo mais dor, humilhação e, quem sabe, gravidez indesajada e AIDS?
Sem falar ainda das crianças de até de três anos de idade, que também são vitimadas.

Não há grades nas janelas, as portas são vagabundas e o dinheiro deve ficar junto até no banho e ainda se tem que pagar por isso. Os convites para participar das festas e colaborar no Retiro se transformaram em armadilhas. Seria honesto se fechassem a portaria para impedir a entrada, proteger os estudantes e providenciar medidas de segurança. Tem gente que fala que morar lá é para fazer 'tratamento', desenvolver o raciocínio, desenvolver na 'salinha', que lá é um 'pedacinho do céu'.

Então, mostrar carteirinha da TEFA na portaria para se identificar só pode ser piada.
28- Quanto ao painel que mostra os animais irracionais do espaço com 10 metros de altura, dragões etc: Se aquilo já foi gente de 1,80 m de altura e que desceu de classe, degenerou, então passou a ser muito, muito maior com 10 metros de altura e de dar inveja a qualquer tipo de inferno ou apocalipse? Mesmo não sendo mais constituído de matéria orgânica, não está meio exagerado? Um monte de bichões daqueles soltos no meio das pessoas, não ia sobrar nada. Ou alguém se autosugestionou, ou quer aparecer ou é algum truque p'rá dominar as pessoas através do medo ou estamos muito mais ferrados do que se imagina e a leitura não vai resolver mesmo.

29- Espiritismo quer dizer experiência? 1.Vol. da Obra pág.178..

Só para os cegos de olhos abertos. Quem está em experiência é a pessoa e não o Espiritismo. Quem está em experiência também é o mistificador, que pode ser um malfeitor perigoso ou um ingênuo despreparado de boa-vontade, que está confundindo as autosugestões da sua imaginação com as transmisões das entidades invisíveis da atmosfera. A sequência interminável de erros mostrará a diferença para o inteligente.

Espiritismo é uma prática verdadeira onde um verdadeiro médium treinado recebe transmissões telepáticas dos habitantes invisíveis da atmosfera que tenham autoridade para orientar a pessoa merecedora e que vem pedir a ajuda deles.

Se a pessoa é de bom coração, será tratada de acordo pelas entidades através do médium. Se a pessoa é má, também receberá o tratamento adequado pelas entidades ou simplesmente ignorada. E se a pessoa não souber distinguir a diferença entre um médium e mistificador se fingindo de médium, ela precisa aprender a fazer a distinção para não correr o perigo de ser roubada ou prostituída.
E quem tem o Raciocínio desenvolvido, conversa direto com Deus, sem o auxílio de um médium, só dele mesmo.
Não existe baixo Espiritismo e alto Espiritismo. O que existe é: Espiritismo e Raciocínio Desenvolvido, que é a Imunização Racional. O que muitos chamam de baixo Espiritismo é, na realidade, um centro de crime organizado por mistificadores, onde rola muita baixaria..

Perguntas:

1) Porque Deus(a), sendo bondoso(a) e inteligente, faria filhos em um lugar onde teria um buraco perigoso e sem providenciar segurança?

2) E para que Ele(a) queria filhos se Ele(a) não precisa de nada, se Ele já tem tudo, já é tudo e pode tudo? Ou Ele(a) não queria filhos?

3) Será que o aspecto de Sua reprodução é um ato involuntário, não opcional de sua natureza divina?

4) Então Ele não saberia tudo sobre si mesmo e nem sobre seus filhos e sim somente tudo sobre a deformação? Ele é eterno, mas não imutável? Ele também estaria em evolução?

5) Então o propósito de Sua existência poderosíssima seria um mistério, o qual nem Ele mesmo saberia explicar? Ou não existe tal propósito a não ser a alegria?

6) Porque Ele(a) cobraria obediência de seus filhos se, logicamente, Ele(a) mesmo não o seria? Filho de peixe, peixinho é.

7) Se a Planície não é um nome diferente para Deus(a) e sim algo à parte Dele(a) mesmo, então Ela-planície seria tão poderosa quanto Ele(a) a ponto de competir com o Seu poder, estar fora de Seu controle e arruinar a Sua criação, os seus filhos?

8) Então tudo e todos estariam reduzidos à um estado de inutilidade existencial, divididos apenas em duas categorias: os sofredores e os não sofredores?

9) Então seria impossível saber de quem é realmente a responsabilidade da lamentável existência da matéria, onde a melhor opção seria cada um fazendo o melhor que pode?

10) Será que todas essas respostas já estiveram nos livros e foram maldosamente eliminadas por criminosos, já que a verdade libertaria as pessoas?

11) Teria MJC evitado de dar os nomes dos falsificadores de textos da Cultura Racional para poupá-los da violência? Ou testar nossos estudos?

12) Conclusão:

Após passarem dez, vinte ou setenta anos estudando mais de mil livros, os estudantes nem notam certas diferenças de textos estranhos. O que diria o Racional Superior após tanto sacrifício? (O dever de zelar pelo conhecimento, 21º Histórico pág.61). Teria Ele silenciado sobre as falsificações de textos para delatar a péssima qualidade dos estudos? Então, os estudantes merecem passar por tudo isso?

'Universo em Desencanto’, 21º. Volume do Histórico, pág. 61

Todos os leitores têm o dever de fiscalizar e reprimir todos os erros de todos aqueles que desrespeitarem ou faltarem com o respeito ao conhecimento. Os loucos são oportunistas, aventureiros e tem a mania de explorar tudo o que podem, de querer fazer meio de vida de tudo o que podem explorar a seu modo.
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Lembra dessa música? http://www.youtube.com/watch?v=0gvJGQ7pcG0

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UNIVERSO EM DESENCANTO – CULTURA RACIONAL

Os 21 degraus (ou eternidades) da origem do Universo, segundo o Livro ‘Universo em Desencanto’, no 1º. volume da Obra de Cultura Racional, a seguir:

"Existe lá em cima uma grande planície onde vivem os Racionais, muito maior do que este mundo. Vivem eles com o seu progresso de pureza. O princípio e a origem desse mundo assim foi.”

“Planície Racional, onde estavam os Racionais com o seu progresso, de onde nós saímos e para onde nós vamos por meio da Imunização Racional”.

1º. degrau (ou eternidade) Começaram a progredir por conta própria;
2º. Neste progresso começou o foco de luz (o princípio do Sol) formado pelas virtudes que os Racionais iam perdendo;
3º. Neste progresso já no fim da extinção daqueles corpos;
4º. Neste degrau durou uma longa eternidade para a formação dos corpos (de matéria);
5º. Neste degrau já se entendiam por meio de guinchos;
6º. Nesta formação começaram a soltar a voz, eram gagos;
7º. Gagos mais adiantados; começou a formação da Lua;
8º. As virtudes começaram a se reunir, as virtudes da planície e da resina, veio aí a origem das estrelas;
9º. Gagos ais adiantados, mas este adiantamento não era ainda de entendimento, iam soltando a voz;
10º. Gagos com algum entendimento, mas muito vago;
11º. Com mais um pouco de entendimento;
12º. A resina já bem desenvolvida a sua deformação;
13º. Começou a separação das terras;
14º. Onde começou a vegetação muito diferente desta e a dilatação dos órgãos;
15º. Começou a criação da bicharada e a fazerem uso de alguns vegetais;
16º. Começou a aparecer a dilatação dos órgãos, até aí eram eternos;
17º. Onde começaram a surgir os casos de morte, novas criações. Durou uma longa eternidade morrendo e nascendo gagos.
18º. Neste progresso a Lua já aparecia com as sua modificações, as estrelas também;
20º. Novas criações, novos entendimentos, já se entendiam regularmente;
21º. degrau (ou eternidade): Neste progresso foi que nasceram os primeiros passos que aí estão”.

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PESQUISA DE ESTUDANTE

As 21 Eternidades, Os Números Atômicos, As 21 Leis da Física e a Teoria da Relatividade

Como todo Universo Material começou:

No Mundo Racional (o mundo de Deus além desse Universo), a Planície Racional (a outra face de Deus?), havia uma parte que não estava pronta para entrar em progresso e alguns Habitantes Racionais (as centelhas de Deus, os filhos) daquele mundo começaram a progredir por essa parte (novas centelhas?) que ainda não estava pronta. Daí se originou esse Universo de galáxias, estrelas e planetas que conhecemos.

Cada vez que um núcleo atômico se enfraquecia (ao contrário da fusão de núcleos que supõem a ciência), se fragmentava e dava origem a uma nova sustância química, correspondendo a uma nova Eternidade, um novo degrau?
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1º. Começaram a progredir por conta própria;

A formação das partículas do átomo e o hidrogênio.

Seria o início também da formação dos metais?

O contato (obs.: sobrecarga, atrito?) dos Habitantes sobrecarregou a Planície (Obs.: Todo o excesso se transforma no seu extremo oposto?), fragmentou e liberou energia por excesso e para liberar energia (virtudes), tem que ‘queimar’ massa. Portanto, diminuíram e enfraqueceram. A energia liberada deu origem a novas formas de vida mais enfraquecidas. O que era uma só energia Racional desintegrou-se em energias deformadas (próton e elétron). E assim, sucessivamente, acontecia mais subdivisões nos novos núcleos energéticos, mais liberação de energia (perdas de virtudes), mais perda de massa, diminuição, enfraquecimento, mais desintegração e multiplicação de novas formas de vidas degeneradas.

No Tarô: 1 – O Mago
No I Ching (antigo oráculo chinês que usa código binário), Hexagrama: 01. O Criativo
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho do verdadeiro Eu, diante de Deus. União com o Eu. Poder de despertar simpatia, solidariedade.

Os oráculos de Tarô e I Ching, tal como conhecemos hoje, foram criados a partir da Tabela Periódica de Química como uma forma de poupar os primórdios dos conhecimentos químicos e os próprios alquímicos/químicos da fogueira da Inquisição da Igreja Católica e transformados em códigos nas cartas de jogo de baralho. Nas variadas mitologias, os deuses, heróis e gênesis, são uma representação mística de elementos químicos e partículas atômicas.
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2º. Neste progresso começou o foco de luz formado pelas virtudes que os Racionais iam perdendo;

Número atômico 2 - HÉLIO – Etimologia: ‘espiral’. Dois prótons mais dois elétrons, gás nobre ou inerte, não se misturam com facilidade, pouco reagente. Etimologia: ‘espiral’. Teria ligação direta com a formação da 8ª. Eternidade?

Encontrado no espectro solar. Usado na refrigeração de reatores nucleares.

Também início do grupo dos alcalinos terrosos, os ácidos, no período 2 da Tabela Periódica de Química?

Obs.: Seria aqui o princípio da resina? O surgimento de nêutrons que acrescenta massa ao átomo sem acrescentar carga elétrica?

No Tarô: 2 – A Sacerdotisa
I Ching, Hexagrama: 02. O Receptivo
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho da Verdade, recebendo ensinamentos através da intuição. Entendimento da dualidade. Poder de reconhecer Deus em tudo, a consagração, de tornar tudo sagrado, o respeito..
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3º. Neste progresso já no fim da extinção daqueles corpos;

Número atômico 3 – LÍTIO – Três prótons mais três elétrons. Etimologia: ‘pedra’, ‘litígio’. Três>término. Alcalino ou básico, reage muito facilmente com água. É um elemento raro encontrado nos minerais e em algumas águas salgadas. Usado em ligas metálicas, em baterias. Sais de lítio são usados em psiquiatria (extinção da racionalidade?).


No Tarô: 03- A Mãe Natureza, A Imperatriz
No I Ching, Hexagrama: 58. A Alegria
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho do equilíbrio. Balanceando os opostos, paradoxos, as contradições dentro de si. Visão do maquinismo do Universo. Poder de ver a interligação entre tudo que existe, a associação. Entendimento de todas as formas de amor.
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4º. Neste degrau durou uma longa eternidade para a formação dos corpos;

Número atômico 4 – BERÍLIO - Etimologia: ‘berço’,. quatro>quartzo, cristalizar.
É alcalino terroso.

O berílio e seus compostos são tóxicos e podem causar graves doenças. Usado em ogivas de foguetes, molas de relógio, reatores atômicos, tubos de raios X, computadores etc.
Também é o início da formação do grupo dos actinídeos, metais de transição interna, período 4 na Tabela?

Os primeiros corpos que surgiram na 4ª. Eternidade eram de constituição inorgânica metálica como os cristais que nascem do chão, já que os elementos disponíveis na natureza na 4ª. Eternidade para a formação dos corpos seria apenas o hidrogênio, hélio, lítio e berílio e não havia o carbono?

No Tarô: 4 – O Imperador
No I Ching, Hexagrama: 51. O Incitar
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho das qualidades morais. Entendimento da autoridade sobre si, da coragem de acreditar em si mesmo e do poder do livre arbítrio.
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5º. Neste degrau já se entendiam por meio de guinchos;

Número atômico 5 – BORO, ácido.

É mau condutor elétrico à temperatura ambiente. O elemento nunca foi encontrado livre na natureza. Ocorre como ácido ortobórico em erupções vulcânicas na Toscana, Itália. Usado em aços, reatores nucleares, semicondutores etc.

Também é início da formação do grupo de período 5 na Tabela, os ametais ou não metais? São os elementos químicos eletronegativos, mau condutores de calor e eletricidade. Ao contrário dos metais que são condutores de calor e eletricidade, um não-metal pode ser um isolador de força ou um semicondutor. Os não-metais podem formar ligações, relacionamentos com os metais fortes ou com outros não-metais fracos. Os óxidos dos não-metais são ácidos. Só existem 12 não metais conhecidos, igual ao número de signos na astrologia, o que contrasta com mais de 80 metais, mas são os não-metais que constituem a maior parte da Terra, em especial das suas camadas exteriores. Os organismos vivos animal e vegetal são compostos quase exclusivamente por não-metais.

No Tarô: 5 – O Hierofante
No I Ching, Hexagrama: 29. O Abismal
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho de sustentação do corpo físico, reconhecendo a necessidade de não esquecer de manter o próprio corpo nos relacionamentos pessoais. Entendimento da harmonia entre as pessoas, do sentimento do outro.
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6º. Nesta formação começaram a soltar a voz, eram gagos;

Número atômico 6 - CARBONO (magnético), reage muito facilmente à água, base dos seres orgânicos.

Quimicamente, é o único elemento capaz de formar muitos compostos contendo cadeias e anéis apenas de átomos de carbono. Apresenta três formas alotrópicas: diamante, grafite e fulereno. Constitui 18,5% da massa total do corpo humano. É encontrado em toda molécula orgânica. É ametal.

Os primeiros corpos só se tornaram orgânicos após a sexta eternidade, com o surgimento do carbono?

No Tarô: 6 – Os Enamorados
No I Ching, Hexagrama: 30. O Aderir, ‘capaz de formar muitos compostos’
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho de desfrute do corpo. Entendimento da beleza e do bem-estar físico.
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7º. Gagos mais adiantados; começou a formação da Lua;

Número atômico 7 – NITROGÊNIO, gás nobre ou inerte.

Ocorre no ar cerca de 78% em volume e é constituinte essencial de proteínas e ácidos nucléicos dos organismos vivos. Constitui 3,2% da massa total do corpo humano. Us. como gás inerte em lâmpadas elétricas e em processos industriais de alta pressão, liquefeito e em baixa temperatura, é us. em criocirurgias, em tratamento dermatológico etc

Também é início do grupo de período 7, os Halogêneos, formadores de sais?

No Tarô: 7 – A Carruagem
No I Ching, Hexagrama: 57. A Suavidade
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Entendimento do heroísmo, caminho da determinação para eliminação das fraquezas morais.
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8º. As virtudes começaram a se reunir, as virtudes da planície e da resina, veio aí a origem das estrelas;

Número atômico 8 - OXIGÊNIO (elétrico), de ‘old’? Ácido, corrosivo?

É o elemento mais abundante na crosta terrestre 49,2% em peso e está presente na atmosfera 28% em volume (inversamente proporcional ao corpo humano; microcosmo = macrocosmo). Us. como agente oxidante, como bactericida para purificação de águas e ar na forma de ozônio (O3), como comburente de maçaricos, na fabricação do aço etc. O oxigênio atmosférico é de vital importância para todos os organismos que fazem respiração aeróbica. Constitui 65% da massa total do corpo humano. Se o oxigênio constitui 65% da massa total do corpo humano.

Já que também é um gás nobre, seu alicerce seria na 2ª. Eternidade, Hélio, Gás Nobre?

O elétrico surgiu como um enfraquecimento do magnético e somente na 8ª. Eternidade, com o oxigênio? Vivemos as primeiras sete eternidades somente do magnético?A água, como a conhecemos hoje, se formou após a 8ª. Eternidade, após o aparecimento do oxigênio?

No Tarô; 8 – A Justiça
No I Ching, Hexagrama: 52. A Quietude
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho de compreensão da lei de causa e efeito.
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9º. Gagos ais adiantados, mas este adiantamento não era ainda de entendimento, iam soltando a voz;

Número atômico 9 – FLÚOR- Etimologia: ‘fluxo’. É halogêneo, formador de sal.

É usado na síntese de compostos orgânicos fluorados. Quimicamente é o mais reativo e eletronegativo de todos os elementos. É uma substância muito perigosa, causando queimaduras graves quando em contato com a pele.

Também início do grupo de período 9, os semimetais ou metalóides?

No Tarô: 9 – O Eremita
No I Ching, Hexagrama: 58. A Alegria
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho das experiências e das incertezas, buscando a benção de Deus, observando as profundezas do seu próprio íntimo. Entendimento da autopreservação. O poder da invisibilidade, a humildade.
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10º. Gagos com algum entendimento, mas muito vago;


Número atômico 10 – NEÔNIO; Etimologia: ‘novo’, gás nobre.

O neônio ocorre no ar 0,0018% em volume e é obtido por destilação fracionada de ar líquido. É usado em tubos de descarga e lâmpadas de neônio nos quais tem cor vermelha característica, em tubos elétricos de anúncios luminosos, em aparelhos como laser, televisão etc.

No Tarô:10 – A Roda da Fortuna (‘Rosário da Vida’)
No I Ching, Hexagrama: 01. O Criativo

Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho inteligente, concretização das instruções do verdadeiro Eu. Caminho do verdadeiro Eu, diante de Deus. União com o Eu. Poder de despertar simpatia, solidariedade. Poder de dedução do raciocínio.
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11º. Com mais um pouco de entendimento;

Número atômico 11 - SÓDIO , metal alcalino.

O sódio é um dos mais importantes elementos constituintes dos seres vivos. Ocorre como cloreto na água do mar. Constitui 0,2% da massa total do corpo humano. Us. em ligas, lâmpadas, motores de aviões, reatores nucleares, catalisadores etc.

No Tarô: 11 – A Força
No I Ching, Hexagrama:01. O Criativo
Notem a semelhança de pronúncia entre ‘o céu por debaixo da Terra’ e o ‘sal’, Sódio11, duas vezes o um; e céu – hidrogênio 1.
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho da Verdade, recebendo ensinamentos através da intuição. Entendimento da dualidade. Poder de reconhecer Deus em tudo, de tornar tudo sagrado, a consagração. Poder de desobsessão, cura e equilíbrio.
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12º. A resina já bem desenvolvida a sua deformação;

Número atômico 12 – MAGNÉSIO – Etimologia: ‘magma’. Alcalino terroso.

Presente na água do mar e é um elemento essencial aos organismos vivos. Constitui 0,1% da massa total do corpo humano. Us. em ligas leves para fabricação de automóveis, aviões, naves espaciais, em lâmpadas descartáveis, por fotógrafos, em fogos de artifício etc.

No Tarô: 12 – O Enforcado
No I Ching, Hexagrama: 12. A Estagnação
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho do equilíbrio. Balanceando os opostos, paradoxos, as contradições dentro de si. Visão do maquinismo do Universo. Poder de ver a interligação entre tudo que existe, a associação. Entendimento de todas as formas de amor. Controle dos sonhos. Poder sobre a vontade e o corpo, disciplina..
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13º. Começou a separação das terras;

Número atômico 13 – ALUMÍNIO; Etimologia: ilumina, não enferruja.

Terceiro elemento mais abundante na crosta terrestre. Us. em aviões, automóveis, edifícios, cabos de transmissão de eletricidade, utensílios de cozinha, embalagens etc.

No Tarô: 13 – A Imortalidade
No I Ching, Hexagrama: 10. A Trilha (A Conduta)
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Poder de transformação da realidade através do entendimento sobre a morte. Caminho das qualidades morais. Entendimento da autoridade sobre si, da coragem de acreditar em si mesmo e do poder do livre arbítrio. Êxtase.
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14º. Onde começou a vegetação muito diferente desta e a dilatação dos órgãos;

Número atômico 14 – SILÍCIO - Etimologia: ‘Silicon’

O silício é o segundo elemento mais abundante na crosta terrestre 25,7% em peso. Usado em aços de grande dureza, tenacidade e resistência a ácidos e outros reagentes e em semicondutores.

No Tarô: 14 – A Temperança
No I Ching, Hexagrama: 25. A Inocência
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Poder de encerrar conflitos renunciando o ego perante o outro. Entendimento da vontade verdadeira. Caminho de sustentação do corpo físico, reconhecendo a necessidade de não esquecer de manter o próprio corpo nos relacionamentos pessoais. Entendimento da harmonia entre as pessoas, do sentimento do outro.
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15º. Começou a criação da bicharada e a fazerem uso de alguns vegetais;

Número atômico 15 – FÓSFORO (fogo, ‘inferno verde’), não metal.

Elemento essencial dos organismos vivos. Constitui 1,0% da massa total do corpo humano. Us. na fabricação de fósforos de segurança, bombas incendiárias e pirotecnia.

No Tarô: 15 – O Diabo/ A Paixão
No I Ching, Hexagrama: 06. O Conflito
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - O poder do querer. Caminho de desfrute do corpo. Entendimento da beleza e do bem-estar físico.
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16º. Começou a aparecer a dilatação dos órgãos, até aí eram eternos;

Número atômico 16 – ENXOFRE; de ‘sofrimento’, dilatação.

Us. como matéria-prima para ácido sulfúrico, vulcanização de borracha, pólvora, fósforos de segurança, fungicidas etc. Elemento essencial para os organismos vivos. É usado como fungicida vegetal. Pirita, FeS2, o principal minério de enxofre é também conhecido como "ouro dos tolos". Brilho metálico, opaco, amarelo. Constitui 0,3% da massa total do corpo humano. A ordem de formação das cores primárias na matéria (e não na luz) foi o prateado?

No Tarô: 16 – A Torre
No I Ching, Hexagrama: 13. A Comunidade com os Homens
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Entendimento do heroísmo, caminho da determinação para eliminação das fraquezas morais. Poder de causar desordem.
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17º. Onde começaram a surgir os casos de morte, novas criações. Durou uma longa eternidade morrendo e nascendo gagos.

Número atômico 17 – CLORO

É um gás venenoso e ocorre na natureza também como cloreto de sódio na água do mar. Constitui 0,2% da massa total do corpo humano. Us. como alvejante de tecidos e papéis, desinfetante e no tratamento de águas.

Os primeiros casos de morte estão associados ao elemento cloro, um gás venenoso e desinfetante?

No Tarô: 17 - A Esperança
No I Ching, Hexagrama: 44. Vir ao Encontro
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho de compreensão da lei de causa e efeito. Clareando as manchas morais.
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18º. Neste progresso a Lua já aparecia com as sua modificações, as estrelas também;

Número atômico 18 – ARGÔNIO Etimologia: ‘Navegador ousado’, ‘de prata’. Na mitologia grega, Argo era o nome do navio de Jasão e seus tripulantes, os argonautas. Os navegadores usavam as rotas pela posição das estrelas.

Presente no ar. Us. como gás inerte em lâmpadas incandescentes, em soldas metálicas, no contador Geiger e laser etc.

No Tarô: 18 – A Lua
No I Ching, Hexagrama: 33. A Retirada
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - O poder da empatia de saber se colocar no lugar do outro, a telepatia. Poder da Estratégia. Caminho das experiências e das incertezas, buscando a benção de Deus, observando as profundezas no seu próprio íntimo. Entendimento da autopreservação. O poder da invisibilidade, a humildade.
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19º. A vegetação completamente modificada, já existia dia e noite;

Número atômico 19 - POTÁSSIO.

O elemento ocorre na água do mar e em vários minerais. Elemento essencial nos organismos vivos. Constitui 0,4% da massa total do corpo humano. Usado em ligas com sódio em trocadores de calor de usinas nucleares. O nome vem de ‘pote’, o coração.

No Tarô: 19 – O Sol
No I Ching, Hexagrama:10. A Trilha, A Conduta (do Sol?)
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho inteligente, concretização das instruções do verdadeiro Eu. Caminho do verdadeiro Eu, diante de Deus. União com o Eu. Poder de despertar simpatia, a solidariedade. Poder de dedução do raciocínio. Poder de adquirir riquezas.
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20º. Novas criações, novos entendimentos, já se entendiam regularmente;

Número atômico 20 – CÁLCIO
Etimologia: ‘calcar’, ‘cal’, pedra calcárea, colocar sob domínio; subjugar, refrear.

Us. como agente redutor na obtenção de metais e ligas.

No Tarô: 20 – O Julgamento
No I Ching, Hexagrama: 02. O Receptivo
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho da Verdade, recebendo ensinamentos através da intuição. Entendimento da dualidade. Poder de reconhecer Deus em tudo, de tornar tudo sagrado, a consagração. Poder de transformar a realidade através da compreensão do passado e do perdão.
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21º. Neste progresso foi que nasceram os primeiros passos que aí estão.

Número atômico 21 – ESCÂNDIO - Etimologia: ‘Candente’, ‘o que está em brasa’, ‘brancura’. ‘escândalo’, ‘aquilo que é causa de erro’.

Maior solubilidade em éter. Alta reatividade, mas não radioativo.

No Tarô: 21 - A Transformação/ O Mundo
No I Ching, Hexagrama:11. A Paz - ‘O Céu por debaixo da Terra’. Seria uma referência dos antigos chineses sobre os outros ‘Mundos’ por debaixo da Terra, o lugar onde o céu e a Terra ‘se misturam’, tal como é citado nas Obras Primas.
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho do equilíbrio, balanceando os opostos, paradoxos, as contradições dentro de si. Visão do maquinismo do Universo. Entendimento de todas as formas de amor. Poder de ver a interligação entre tudo que existe, a associação. Poder de invocar Deus para pedir força e paciência.
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22º. Eternidade?

Número atômico 22 – TITÂNIO: ‘o que é resistente à corrosão’, eterno? O retorno à origem? Etimologia: Na mitologia os titãs, que representam as forças indomáveis da natureza, eram gigantes que habitavam a Terra e queriam destronar o deus Júpiter (‘jugo’) para subirem aos céus.


Obs.: Se os números atômicos estão de acordo com as 21 Eternidades, a Planície deformou-se de número atômico zero (Energia Racional) para hidrogênio 1 e do número atômico 1 direto para número atômico 3 - lítio, de 1 direto para 3 sem passar pelo 2 (hélio) e os Habitantes Racionais, de no. atômico zero direto para no. atômico 2 hélio e aí permaneceu, sem passar pelo no. atômico 1 hidrogênio. Estaria aí a razão das Eternidades serem basicamente organizadas em 21?
Habitantes = Racional Superior + Planície = 2 ?
Planície = Racional Superior + Planície + Habitantes = 3 ?

No Tarô: 22 – O Louco
No I Ching, Hexagrama: 02. O Receptivo
Na Árvore da Vida segundo a Cabala Tradição - Caminho das qualidades morais. Entendimento da autoridade sobre si, da coragem de acreditar em si mesmo e do poder do livre arbítrio. Caminho do equilíbrio e da unificação dos opostos, realização do verdadeiro Eu. Êxtase.
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Pesquisa de Estudante

AS 21 ETERNIDADES E OS CAMPOS DE ESTUDO DA FÍSICA

1)CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - A FÍSICA ATÔMICA
Átomo - Sistema energético estável, eletricamente neutro, que consiste em um núcleo denso, positivamente carregado, e uma envolvente eletrônica; é caracterizado pelo número de prótons do núcleo que é igual ao de elétrons da envolvente (número atômico); é a menor quantidade de uma substância simples que tem as propriedades químicas do elemento e que permanece inalterada em uma transformação química.

2) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - A GEOFÍSICA
Parte da geologia que investiga os fenômenos físicos que afetam a Terra, tais como: gravidade, magnetismo, sismicidade, fenômenos elétricos etc.; física da terra. Geofísica interna - Analisa a superfície e interior da Terra. Geofísica externa - Estuda as propriedades físicas no entorno terrestre, a atmosfera e das alterações climáticas e interações do vento solar com o campo magnético terrestre.

3) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - BIOFÍSICA
Aplica as teorias e os métodos da física para resolver questões de biologia. A biofísica busca enxergar o ser vivo com um corpo, que ocupando lugar no espaço, e transformando energia, existe num meio ambiente o qual interage com este ser. Aspectos elétricos, gravitacionais, magnéticos e mesmo nucleares estão na fundamentação de vários fenômenos biológicos, e portanto, podem ser tratados pelos conhecimentos das ciências físicas. É estudada por algumas ciências da saúde e biológicas, como Medicina, Enfermagem e principalmente Fisioterapia.

4) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - FÍSICA DE PARTÍCULAS
Estuda os constituintes elementares da matéria e da radiação, e a interação entre eles - e suas aplicações. É também chamada de Física de Altas Energias, porque muitas partículas elementares só podem ser detectadas a energias elevadas. O elétron e o próton foram as únicas partículas aceleradas até os dias de hoje, outras nunca foram detectadas (como o gráviton) e as restantes foram detectadas através da radiação cósmica (como o méson).

Constituintes atômicos: Elétrons, prótons, e nêutrons (os prótons e os nêutrons são partículas compostas, feita de quarks), partículas produzidas por processos radiativos e de espalhamento, tais como fótons, neutrinos, e múons, bem como uma larga escala de partículas exópticas.

São quatro as interações fundamentais: Interação gravitacional, interação eletromagnética, interações nucleares fortes, interação nuclear fraca. Foi formulada e está sendo desenvolvida uma teoria de unificação das 4 interações fundamentais conhecida como Teoria da Supergravidade.

5) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - TEORIA DA RELATIVIDADE RESTRITA

Relativo - que não é absoluto; que depende de outra coisa. A Teoria Restrita da Relatividade descreve a física do movimento na ausência de campos gravitacionais. Antes a mecânica clássica de descrevia os conceitos de velocidade e força para todos os observadores (ou sistemas de referência). No entanto, não se comportam de acordo com a transformação quando o sistema de referência muda (por exemplo, quando se considera o mesmo problema físico a partir do ponto de vista de dois observadores com movimento uniforme um em relação ao outro). A noção de variação das leis da física no que diz respeito aos observadores é a que dá nome à teoria, à qual se apõe o qualificativo de especial ou restrita por cingir-se apenas aos sistemas em que não se têm em conta os campos gravitacionais.

6) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - MECÂNICA DOS FLUIDOS
Fluido - qualquer substância capaz de fluir como os líquidos e os gases e que não resiste de maneira permanente às mudanças de forma provocadas pela pressão. A mecânica dos fluidos é a parte da física que estuda o efeito de forças em fluidos. Os fluidos em equilíbrio estático são estudados pela hidrostática e os fluidos sujeitos a forças externas diferentes de zero são estudados pela hidrodinâmica. As propriedades dos fluidos hidraulicos relevantes para o estudo do escoamento dos fluidos são a massa volúmica (6), a tensão superficial (9), a viscosidade (15), e restantes propriedades reológicas (3). Os fluidos respeitam a conservação de massa, quantidade de movimento ou momentum linear e momentum angular, de energia e de entropia.

7) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - FÍSICA MODERNA
Física Moderna é a denominação dada ao conjunto de teorias surgidas no começo do século XX, principiando com a Mecânica Quântica e a Teoria da Relatividade. Destas duas teorias resultaram drásticas alterações no entendimento das noções do espaço, tempo, medida, causalidade, simultaneidade , trajetória e localidade.

8) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - MECÂNICA QUÂNTICA
Teoria física que obtém sucesso no estudo dos sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa descrever fenômenos macroscópicos em diversos casos. Diz respeito a um sistema físico cujas grandezas físicas observáveis assumem valores discretos, de tal modo que a passagem de um determinado valor para outro ocorre de maneira descontínua.

A teoria quântica fornece descrições precisas para muitos fenômenos previamente inexplicados tais como a radiação de corpo negro e as órbitas estáveis do elétron. Apesar de na maioria dos casos a Mecânica Quântica ser relevante para descrever sistemas microsópicos, os seus efeitos específicos não são somente perceptíveis em tal escala. Por exemplo, a explicação de fenômenos macroscópicos como a super fluidez e a supercondutividade só é possível se considerarmos que o comportamento microscópico da matéria é quântico.

A mecânica quântica recebe esse nome por prever um fenômeno bastante conhecido dos físicos: a quantização, as grandezas observáveis assumirem valores discretos. No caso dos estados ligados (por exemplo, um elétron orbitando em torno de um núcleo positivo) a Mecânica Quântica prevê que a energia (do elétron) deve ser quantizada. Este fenômeno é completamente alheio ao que prevê a teoria clássica.

9) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - ÓPTICA: Gr. optikê 'a arte de ver, a ciência da visão', pelo lat. optìce,és 'id.'; parte da óptica que estuda os fenômenos cuja interpretação depende da própria natureza da luz; parte da física que estuda as leis relativas às radiações luminosas e aos fenômenos da visão,maneira, aspecto particular de considerar ou entender algo (uma determinada situação, um tema, uma questão etc.); perspectiva, visão. Alguns fenômenos ópticos dependem da natureza da luz e, nesse caso, a óptica se relaciona com a mecânica quântica.

10) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - FÍSICA NUCLEAR: A física nuclear tem como objeto de estudo o núcleo atômico e suas propriedades. Os núcleos possuem propriedades que podem ser classificadas como estáticas (carga, tamanho, forma, massa, energia de ligação, spin, paridade, momentos eletromagnéticos, etc.) e dinâmicas (radioatividade, estados excitados , reações nucleares etc).

Estas propriedades são analisadas através de modelos nucleares que são baseados na mecânica quântica, relatividade e teoria quântica de campos. A descoberta de que os nucleons (protons e neutrons) são na realidade sistemas compostos, redirecionou o interesse dos físicos nucleares para a investigação dos graus de liberdade de quarks e, com isto, atualmente os domínios da pesquisa da física nuclear e da física de partículas se tornaram interligados.

11) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - FÍSICA MOLECULAR
Explica a estrutura molecular, as ligações químicas e as propiedades físicas que as moléculas apresentam. A física molecular estuda a área de espalhamento de elétrons por moléculas lineares, alguns tipos de moléculas não lineares e também alguns tipos de átomos. Ela tem com objetivo básico o estudo das leis fundamentais da física que regem o comportamento da matéria no nível molecular e suas interações com agentes externos, como os efeitos de solventes e o campo eletromagnético. Uma molécula é a menor constituinte de uma substância que retém as propriedades químicas.

12) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - ACÚSTICA
Etmologia - fem.substv. de acústico, este do gr. akoustikós,ê,ón 'que diz respeito ao ouvido', prov. por infl. do fr. acoustique subst. (1700) 'parte da física que estuda os sons'; o termo foi criado por Joseph Sauveur (1653-1716, físico) que, segundo JM, foi o criador da acústica musical; cp. o gr. akoustikê 'o sentido do ouvido'; ver acu(o)-

A Acústica é o ramo da física que estuda o som. O som é um fenômeno causado pelos mais diversos objetos e se propaga através dos diferentes estados físicos da matéria. Em acústica geralmente podemos dividir entre geradores de som, meios de transmissão, propagação e receptores. A acústica mensura estes meios, cria instrumentos, tabelas, etc, de forma a fornecer dados necessários aos mais diversos ramos da ciência para a utilização dos sons, de seus meios de propagação e efeitos. Na cadeia geração e recepção acústica inclui-se o indivíduo que recebe o efeito sonoro e o evento que dá origem ao fenômeno. A acústica é considerada uma ciência que abrange diversas disciplinas e por elas é abrangida.

13) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - ELETROMAGNETISMO
Conjunto de fenômenos que dizem respeito à interação entre campos elétricos e magnéticos e sua inter-relação [Denota tb. o ramo da física que investiga estes fenômenos e cuja unificação é expressa pelas equações de Maxwell.]


14) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - MECÂNICA CLÁSSICA
É a parte da Física que analisa o movimento, as variações de energia e as forças que atuam sobre um corpo. No ensino de física, a mecânica clássica geralmente é a primeira área da física a ser lecionada.
Cinemática - Estuda o movimento, sem levar em consideração as forças atuantes e a massa do corpo: Distância; velocidade; aceleração; tempo.
Estática - Estuda as forças atuantes em um corpo que está em equilíbrio estático: Massa; força; momento de alavanca.
Dinâmica - Fundamentada na Segunda Lei de Newton ou Princípio Fundamental da Mecânica, estuda o movimento tendo em conta as causas deste (genericamente forças): Massa; força; aceleração; impulso; quantidade de movimento linear; quantidade de movimento angular; momento de inércia; produto de inércia; máquinas simples.
Trabalho e Energia - Estuda as variações de energia de um corpo.

15) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA
Física da matéria condensada é o campo da física que trata das propriedades físicas da matéria. Em particular, é a que se ocupa com a fase "condensada" que aparece sempre que o número de constituintes de um sistema (átomos, elétrons etc.) é extremamente grande e as interações entre os constituintes são fortes. Os exemplos mais familiares de fases condensadas são o sólidos e líquidos, que se originam da força elétrica entre os átomos. Física da matéria condensada é de longe o maior campo da física contemporânea. Uma das razões para chamar o campo de "Física da Matéria Condensada" é que muitos de seus conceitos e técnicas desenvolvidas para estudos de sólidos na verdade se aplicam a sistemas de fluidos.

16) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - ONDULATÓRIA
Em física, uma onda é uma perturbação oscilante de alguma grandeza física no espaço e periódica no tempo. A oscilação espacial é caracterizada pelo comprimento de onda e a periodicidade no tempo é medida pela freqüência da onda, que é o inverso do seu período. Estas duas grandezas estão relacionadas pela velocidade de propagação da onda.

17) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - ASTROFÍSICA
Astrofísica é o ramo da Astronomia que lida com a Física do Universo, incluindo suas propriedades físicas (luminosidade, densidade, temperatura, composição química) de objetos astronômicos como estrelas, galáxias e meio interestelar, e também das suas interações.

Não deve ser confundida com a Cosmologia, esta se ocupa da estrutura geral do universo e das leis que o regem num sentido mais amplo, embora sob muitos aspectos ambas seguem um caminho paralelo, algumas vezes considerado redundante.
A natureza físico-química da matéria - A Astrofísica além de determinar as constantes universais, é o ramo da física que demonstra a natureza dos corpos celestes através de instrumentação científica. A razão da determinação de parâmetros tem fundamental importância sobre a busca do conhecimento a todos os eventos universais. Não se pode dissociar o espaço-tempo em tempo e espaço, da matéria e da energia.

Perguntas da humanidade sobre a natureza do Cosmo: Qual é a idade do universo e das estrelas que o compõe? Sua composição? Como sabemos se as estrelas estão consumindo seu combustível e a que velocidade? O efeito da gravidade pode desviar a luz e distorcer o espaço?

Como a Astrofísica procura responder: Fazendo-se uma análise espectrográfica através do espectrofotômetro de absorção atômica temos como verificar se um astro está se movendo, em que direção e velocidade. Podemos saber se existe um desvio da luz causado pela gravidade de algum corpo próximo, a composição das estrelas e dos gases que estão dispersos, entre estas e o instrumento que faz a medição. Sempre quando verificamos o espectro de uma estrela, observamos que suas linhas espectrais desviam para o vermelho. Isto se dá, porque ela está se afastando, ao contrário, se estiver se aproximando, o desvio será para o azul. As falhas devido à absorção atômica indicam sua composição. A distância entre linhas espectrais indica vários parâmetros, inclusive a presença de gases e poeira entre a estrela e a Terra.
O telescópio óptico, o radiotelescópio, entre outros, também são exemplos do uso de instrumentação física experimental para a análise e dedução de parâmetros de corpos estelares.

18) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - TEORIA DA RELATIVIDADE GERAL
Leva em consideração as ideias descobertas na Relatividade Restrita sobre o espaço e o tempo e propõe a generalização da relatividade do movimento de referenciais em movimento uniforme para a relatividade do movimento mesmo entre referenciais em movimento acelerado. Esta generalização tem implicações profundas no nosso conhecimento do espaço-tempo, levando, entre outras conclusões, à de que a matéria (energia) curva o espaço e o tempo à sua volta. Isto é, a gravitação é um efeito da geometria do espaço-tempo.

19) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - TERMODINÂMICA
Estudo das leis que regem as relações entre calor, trabalho e outras formas de energia, mais especificamente a transformação de um tipo de energia em outra, a disponibilidade de energia para a realização de trabalho e a direção das trocas de calor. A Termodinâmica (do grego θερμη, therme, significa "calor"[1] e δυναμις, dynamis, significa "potência") é o ramo da Física que estuda os efeitos da mudança em temperatura, pressão e volume em sistemas físicos na escala macroscópica. A grosso modo, calor significa "energia" em trânsito, e dinâmica se relaciona com "movimento". Por isso, em essência, a Termodinâmica estuda o movimento da energia e como a energia cria movimento. Historicamente, a Termodinâmica se desenvolveu pela necessidade de aumentar a eficiência das primeiras máquinas a vapor.

20) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - FÍSICO-QUÍMICA
A físico-química é a disciplina que estuda as propriedades físicas e químicas da matéria, através da combinação de duas ciências: a física (onde se destacam áreas como a termodinâmica e a mecânica quântica) e a química. Suas funções variam desde interpretações das escalas moleculares até observações de fenômenos macroscópicos.
Normalmente mudanças de temperatura, pressão, volume, calor, e trabalho de sistemas nos estados sólidos, líquidos e gasosos estão relacionados até com microscópios atômicos e interações moleculares. Muitos citam Willard Gibbs como sendo o fundador da físico-química.

A Físico-química moderna é firmemente presa sobre a Física. Importantes áreas de estudo incluem termoquímica, cinética química, química quântica, mecânica estatística e química elétrica. A Físico-química também é fundamental para a ciência dos materiais.

21) CAMPO DE ESTUDO DA FÍSICA - FÍSICA MÉDICA
A física médica foi criada quando avanços da física puderam ser incorporados à área médica pelos estudos de biomecânica como a locomoção humana e o movimento do coração e do sangue no sistema cardiovascular. Os conhecimentos físicos de óptica possibilitaram a invenção do microscópio, que por sua vez ajudou os médicos a compreenderem melhor as estruturas biológicas assim como a descobrir a existência dos microorganismos. Atualmente a física médica é desenvolvida principalmente nas áreas de radiologia diagnóstica e intervencionista, medicina nuclear, radioterapia, radiocirurgia, proteção radiológica, metrologia das radiações, biomagnetismo, radiobiologia, processamento de sinais e imagens biomédicas, clínica e epidemiológica.

APLICAÇÕES NA TECNOLOGIA (2)
Eletrônica(2), Física computacional(2), Física de Materiais(10), Mecânica estatística(10), Física Matemática(19), Física de Plasmas(18) – gás de carga elétrica nula, Oceanografia(14), Econofísica(10), Física atmosférica(17)

Aplicações em outras ciências(10): Agrofísica(10), Econofísica em finanças (10)

Técnicas da Mecânica Estatística (10) têm encontrado aplicações em: Neurociência(20), Economia(10), Teoria da informação(12), Teoria da computação(10)

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PROPORÇÃO ÁUREA

A proporção áurea ou número de ouro ou número áureo é uma constante real algébrica irracional com o valor arredondado a três casas decimais de 1,618. É um número que há muito tempo é empregado na arte. Também é chamada de: razão áurea, razão de ouro, divina proporção, proporção em extrema razão, divisão de extrema razão.

É frequente a sua utilização em pinturas renascentistas, como as do mestre Giotto. Este número está envolvido com a natureza do crescimento. Phi (não confundir com o número Pi (π), quociente da divisão do comprimento de uma circunferência pela medida do seu respectivo diâmetro), É chamado o número de ouro por ser encontrado na proporção em conchas (o nautilus, por exemplo), seres humanos (o tamanho das falanges, ossos dos dedos, por exemplo), até na relação dos machos e fêmeas de qualquer colméia do mundo, em crescimentos biológicos, no comportamento da refração da luz, dos átomos, do crescimento das plantas, nas espirais das galáxias, dos marfins de elefantes, nas ondas no oceano, furacões, figuras geométricas (decágono regular), semente de girassol, achillea ptarmica, folhas das árvores, nas escamas de peixes, presas de elefantes, ma altura do corpo humano e a medida do umbigo até o chão. na altura do crânio e a medida da mandíbula até o alto da cabeça, a medida da cintura até a cabeça e o tamanho do tórax, a medida do ombro à ponta do dedo e a medida do cotovelo à ponta do dedo.

O tamanho dos dedos e a medida da dobra central até a ponta, a medida da dobra central até a ponta dividido e da segunda dobra até a ponta, a medida do seu quadril ao chão e a medida do seu joelho até ao chão.

Os Egípcios fizeram o mesmo com as pirâmides. Por exemplo, cada bloco da pirâmide era 1,618 vezes maior que o bloco do nível a cima. As câmaras no interior das pirâmides também seguiam essa proporção, de forma que os comprimentos das salas são 1,618 vezes maior que as larguras.


O RETÂNGULO DOURADO

Trata-se do retângulo no qual a proporção entre o comprimento e a largura é aproximadamente o número Phi, ou seja, 1,618, que reflete, inclusive, as proporções do Partenon.

Algumas das correntes místicas acreditam que objetos cujas dimensões sejam relacionadas a Phi, harmonizam-se com a glândula pineal, o que provocaria ou estimularia uma sensação de beleza e harmonia no ser humano.


SEQÜÊNCIA DE FIBONACCI

Como a Proporção Áurea é um número extraído da Seqüência de Fibonacci, representa diretamente uma constante de crescimento.

O número áureo é aproximado pela divisão do enésimo termo da Série de Fibonacci (1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89,... onde cada número da série é a soma dos dois números imediatamente anteriores na própria série) pelo termo anterior. Essa divisão converge para o número áureo conforme tomamos n cada vez maior.

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Pesquisa de Estudante

CONSIDERAÇÕES SOBRE A ÚLTIMA PÁGINA DO ‘ORELHÃO’, pág.352

TEORIA DA RELATIVIDADE

A Teoria da Relatividade é a denominação dada ao conjunto de duas teorias científicas: Relatividade restrita (ou Especial) e Relatividade geral.

A Relatividade Especial, ou Teoria da Relatividade Restrita é baseada em um estudo dos conceitos independentes de espaço e tempo. O espaço-tempo na relatividade especial tem uma variedade de 4 dimensões, três espaciais e uma temporal (a quarta dimensão), nas quais noções de geometria podem ser utilizadas.

O termo especial é usado porque ela é um caso especial do princípio da relatividade onde efeitos da gravidade são ignorados. A Teoria Geral da Relatividade é a versão especial, mas integrada com os efeitos da gravitação.

O princípio da relatividade foi surgindo ao longo da história da filosofia e da ciência como conseqüência da compreensão progressiva de que dois referenciais diferentes oferecem visões perfeitamente plausíveis, ainda que diferentes, de um mesmo efeito.

O princípio da relatividade afirma que o movimento, ou pelo menos o movimento retilíneo uniforme, só tem algum significado quando comparado com algum outro ponto de referência. Segundo o princípio da relatividade, não existe sistema de referência absoluto pelo qual todos os outros movimentos possam ser medidos, a posição relativa do Sol (ou sistema solar) com as estrelas de fundo.

Compostas de cinco leis para sintetizar as leis do movimento. Mas naquele tempo acreditava-se que a propagação eletromagnética, ou seja, a luz, fosse instantânea; e, portanto, não consideravam em seus cálculos que os acontecimentos observados (cronometrados) fossem dissociados dos fatos. Esse fenômeno que separava a luz do som, aqui na Terra, seria mais acentuado quando observado a grandes distâncias e mostrava a importância de estabelecer normas aplicáveis em uma teoria do tempo.

Os chamados sistemas de inércia os quais as leis da mecânica (mais geralmente as leis da física) se apresentam com a forma mais simple:Em um sistema de inércia, qualquer outro sistema em movimento de translação uniforme relativamente é também um sistema de inércia.

A velocidade da luz no vácuo é a mesma para todos os observadores em referenciais inerciais e não depende da velocidade da fonte que está emitindo a luz nem tampouco do observador que a está medindo. A luz não requer qualquer meio (como o éter) para se propagar. De fato, a existência do éter é mesmo contraditória com o conjunto dos fatos e com as leis da mecânica.

Apesar do primeiro postulado ser quase senso comum, o segundo não é tão óbvio. Mas ele é de certa forma uma conseqüência de se utilizar o primeiro postulado ao se analisarem as equações do eletromagnetismo.

A relatividade especial tem conseqüências consideradas bizarras por muitas pessoas. Esta opinião é perfeitamente compreensível, pois estas conseqüências estão relacionadas a comparações entre observadores movimentando-se a velocidades próximas à da luz, e o ser humano não tem nenhuma experiência com viagens a velocidades comparáveis à velocidade da luz.

APARENTES PARADOXOS DA RELATIVIDADE RESTRITA- GÊMEOS

Há aqui dois aspectos diferentes a serem considerados. O primeiro é que, no contexto da mecânica clássica, a dilatação temporal não existe, o que levaria o gêmeo que viajou na nave estranhar a disparidade dos tempos decorridos experimentados por ele e pelos que ficaram na Terra.

Porém, o real paradoxo aqui é o fato de que, mesmo se aceitando a dilatação temporal, o gêmeo que viajou pelo universo a bordo da nave, sob velocidades próximas à da luz, tem todo o direito de alegar que a Terra é que se movia com velocidade próxima à da luz. Assim, ele acha que a Terra é que deveria ter tido o seu fluxo de tempo alterado.

O entendimento perfeito desse efeito, porém, só pode ocorrer se lembrar que a nave percorreu uma trajetória maior (considerando-se a trajetória no espaço-tempo) e ambos os referenciais em algum momento sofrem acelerações. Daí, o enquadramento perfeito só se dar no âmbito da relatividade geral (R.G.).


TEORIA RESTRITA DA RELATIVIDADE

A Teoria Restrita da Relatividade descreve a física do movimento na ausência de campos gravitacionais. quando o sistema de referência muda (por exemplo, quando se considera o mesmo problema físico a partir do ponto de vista de dois observadores com movimento uniforme um em relação ao outro). A noção de variação das leis da física no que diz respeito aos observadores é a que dá nome à teoria, à qual se apõe o qualificativo de especial ou restrita por cingir-se apenas aos sistemas em que não se têm em conta os campos gravitacionais.

As observações do fenômeno podem diferir para duas pessoas que estiverem se movendo uma em relação à outra a uma velocidade próxima da luz. Assim, enquanto uma observa um campo magnético, uma outra interpreta aquele como um campo elétrico.

O termo "relatividade" é para ressaltar a noção de transformação das leis da física entre observadores movendo-se relativamente entre si.

A relatividade restrita estuda o comportamento de objetos e observadores que permanecem em repouso ou em movimento uniforme em relação a um sistema de referência inercial. A teoria especial da relatividade pode prever, desta forma, o comportamento de corpos acelerados desde que a dita aceleração não implique forças gravitacionais, caso em que é necessário socorrer-mo-nos da relatividade geral.

A velocidade da luz no vácuo é a mesma para todos os observadores inerciais. As leis da física devem ser as mesmas para todos os sistemas inerciais. Quando as velocidades dos objetos considerados são muito menores que a velocidade da luz, as leis resultantes são as descritas por Newton. O tempo e o espaço deixam de ser invariantes ao mudar de sistema de referência, passando a ser dependentes das velocidades relativas dos sistemas de referência dos observadores: dois eventos que ocorrem simultaneamente em lugares diferentes de um mesmo sistema de referência podem ocorrer em tempos diferentes em um outro sistema de referência (a simultaneidade é relativa). Da mesma forma, se ocorrem no mesmo lugar num sistema, podem ocorrer em lugares diferentes noutro.

Outra consequência é a rejeição da noção de um único sistema absoluto de referência (o éter). Antes acreditava-se que o universo era imerso em uma substância conhecida como éter (identificável como o espaço absoluto) em relação à qual podiam ser medidas velocidades.

Este éter seria o referencial privilegiado para descrever toda a Física. Seria também o meio material no qual as ondas eletromagnéticas (luz) se propagavam e teria propriedades incríveis, como uma grande elasticidade, estar disseminado por todo o espaço e simultaneamente ter as propriedades de um meio sólido de modo a poder suportar vibrações transversais (caso da luz), além de poder penetrar todos corpos.

Os resultados de várias experiências sugeriram que ou a Terra estava sempre estacionária em relação ao éter ou a noção de um sistema de referência absoluto era errônea e devia ser rejeitada. Embora não tenham detectado o imaginoso éter lumifero e por não detectarem também o próprio movimento da terra concluiu-se que a luz deveria ser desvinculada da fonte.

A teoria da relatividade partiu do pressuposto que todos os corpos celestes possuem um movimento e qualquer movimento deveria ser relativo ao outro. Na Relatividade Restrita continua no entanto a existir um conjunto de referenciais privilegiados, os referenciais inerciais, em relação aos quais todos os fenómenos físicos devem ter a mesma descrição (princípio de covariância).

Com a Relatividade Geral, esta distinção entre referenciais inerciais e outros referenciais desaparece e a teoria passa a ser escrita da mesma forma em todos os referenciais, sejam eles inerciais ou não, ou mesmo não cartesianos.

A energia e massa são equivalentes e relacionam-se onde o corpo está a se mover à velocidade relativa ao observador, a energia total do corpo é igual à energia em repouso, mais a energia cinética newtoniana. Este é um exemplo de como as duas teorias coincidem quando as velocidades são pequenas. À velocidade da luz, a energia será infinita, o que impede que as partículas que têm massa em repouso possam alcançar a velocidade da luz.

A implicação mais radical da teoria é que põe um limite superior às leis(ver Lei da natureza) da Mecânica clássica e gravidade quando as velocidades se aproximam da velocidade da luz no vácuo. Nada que possa transportar massa ou informação pode mover-se tão ou mais rápido que a luz. Quando um objeto se aproxima da velocidade da luz a quantidade de energia diferencial requerida para a aumentar a sua velocidade aumenta de forma rápida e assimptótica até ao infinito, tornando impossível alcançar a velocidade da luz. Só partículas sem massa, como os fotões, podem alcançar a dita velocidade.

O nome TÁQUION foi usado para nomear partículas hipotéticas que se deslocariam sempre a uma velocidade superior à da luz. Atualmente ainda não há evidência experimental da sua existência.

A relatividade especial também afirma que o conceito de simultaneidade é relativo ao observador: se a matéria pode viajar ao longo de uma linha (trajetória) no espaço-tempo cuja velocidade em todo momento é menor que a da luz, a teoria chama a esta linha intervalo temporal.

De forma semelhante, um intervalo espacial significa uma linha no espaço-tempo ao longo da qual nem a luz nem outro sinal mais lento poderiam viajar. Acontecimentos ao longo de um intervalo espacial não podem influenciar-se um ao outro transmitindo luz ou matéria, e podem aparecer como simultâneos a um observador num sistema de referência adequado. Para observadores em diferentes sistemas de referência, o acontecimento A pode parecer anterior a B ou vice-versa. Isto não sucede quando consideramos acontecimentos separados por intervalos temporais.

A Relatividade restrita é quase universalmente aceita pela comunidade física na atualidade, ao contrário da Relatividade Geral que, apesar de ter sido confirmada, foi com experiências que não invalidam algumas teorias alternativas da gravitação. Efetivamente, há ainda quem se opõe à Teoria Restrita da Relatividade em vários campos, tendo sido propostas várias alternativas, como as chamadas Teorias do Éter.

A TRR usa tensores ou quadrivectores para definir um espaço não-euclidiano (pseudo-euclidiano). Este espaço, na realidade, é semelhante em muitos aspectos, sendo fácil de trabalhar. O diferencial da distância num espaço euclidiano são diferenciais das três dimensões espaciais. Na geometria da relatividade especial, uma quarta dimensão, o tempo, foi acrescentada, mas é tratada como uma quantidade imaginária com unidades de tempo. Se reduzirmos as dimensões espaciais para duas, podemos fazer uma representação física num espaço tridimensional.

Geometricamente eventos que podem influenciar a origem (presente), enquanto engloba eventos que podem ser influenciados pela origem (presente). Desta forma, o que podemos ver é um espaço de horizontes.

Lei da conservação da energia cinética - Representação gráfica da curvatura espaço-tempo: No entanto, a geometria não se mantém constante quando existe aceleração, já que envolve uma aplicação de força, e, por consequência, uma mudança na energia, o que nos faz chegar à relatividade geral, em que a curvatura intrínseca do espaço-tempo é diretamente proporcional à densidade de energia no ponto referido.

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RELATIVIDADE GERAL

Em Física, a Relatividade Geral é a generalização da Teoria da Gravitação.
A Teoria leva em consideração as ideias descobertas na Relatividade Restrita sobre o espaço e o tempo e propõe a generalização do princípio da relatividade do movimento de referenciais em movimento uniforme para a relatividade do movimento mesmo entre referenciais em movimento acelerado. Esta generalização tem implicações profundas no nosso conhecimento do espaço-tempo, levando, entre outras conclusões, à de que a matéria (energia) curva o espaço e o tempo à sua volta. Isto é, a gravitação é um efeito da geometria do espaço-tempo.

Podemos apresentar as leis da Física na forma de uma geometria quadridimensional, em que o tempo é uma dimensão adicional às três dimensões espaciais a que estamos habituados.

Das ideias que levaram à Relatividade restrita, sem dúvida a mais importante para se entender o papel da gravitação na Física é a ideia, chamada de princípio da relatividade, de que as leis da física devem ser escritas da mesma forma em qualquer referencial inercial. Este princípio deve ser obedecido por qualquer lei da Física que venha a ser expressa nesse contexto.

Einstein supôs que a gravidade, devido ao princípio da equivalência entre massa inercial e gravitacional, seria um tipo de força inercial, isto é, do tipo que aparece em sistemas não inerciais (em movimento acelerado), como, por exemplo, a força centrífuga em um carrossel, ou a força que o empurra para trás durante a aceleração de um trem.

Com esta ideia em mente, e generalizando a ideia da Relatividade restrita, as leis da física devem ser escritas da mesma forma em qualquer sistema de coordenadas, em movimento uniforme ou não. É por esta via que a gravitação se acopla ao eletromagnetismo e à mecânica clássica, para os quais foi direcionado o desenvolvimento inicial da Relatividade restrita.

Se for necessário realizar um experimento em um local livre de forças externas, há duas opções na Terra: entrar em um avião, subir até algumas dezenas de quilômetros de altura e deixar-se cair em queda livre (dentro de um avião, num voo parabólico), ou usar qualquer uma estação espacial em órbita.

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O PRINCÍPIO DA RELATIVIDADE GERAL

O postulado base da Teoria da Relatividade Geral, chamado de Princípio da Equivalência, especifica que sistemas acelerados e sistemas submetidos a campos gravitacionais são fisicamente equivalentes, a completa equivalência física entre um campo gravitacional e a correspondente aceleração de um sistema de referência. Esta hipótese estende o princípio da relatividade especial para sistemas de referência uniformemente acelerados.

Por esse princípio, uma pessoa numa sala fechada, acelerada por um foguete com a mesma aceleração que a da gravidade na Terra, não poderia descobrir se a força que a prende ao chão tem origem no campo gravitacional terrestre ou se é devida à aceleração da própria sala através do espaço e vice-versa. Uma pessoa em uma sala em órbita ou queda livre em direção a um planeta não saberá dizer por observação local se se encontra em órbita ao redor de um planeta ou no espaço profundo, longe de qualquer corpo celeste.

Esse princípio é válido apenas para vizinhanças pequenas do ponto considerado, e determina o chamado referencial localmente inercial através de uma lei de transformação entre o referencial do observador (genérico) e um em que a Física se assemelha àquela da Relatividade restrita.

Uma consequência importante do Princípio da Equivalência é a identificação entre os conceitos de massa inercial e massa gravitacional. Embora isso pareça óbvio, conceitualmente elas são distintas. A massa inercial corresponde à resistência dos corpos em mudar seu estado de movimento relativo. A massa gravitacional corresponde à capacidade que um corpo tem de atrair outro. Identificando um referencial acelerado a uma força gravitacional, esses conceitos se confundem, e as massas se tornam a mesma entidade. O Princípio da Equivalência tem, portanto, como principal consequência, a equivalência entre massa gravitacional e inercial.

A LIGAÇÃO COM A GEOMETRIA

O Princípio da Equivalência põe em pé de igualdade todos os referenciais. Uma consequência disso é que um observador movendo-se livremente em seu referencial pode ver-se em um estado de movimento diferente do visto por um observador em outro ponto do espaço. Voltando ao exemplo do elevador: um observador dentro de uma nave espacial em órbita se vê completamente livre de forças inerciais, o que para ele significa que o seu referencial é localmente inercial (em repouso, ou movendo-se uniformemente, segundo a primeira lei de Newton). Um observador na Terra constata que a nave não está em movimento retilíneo, mas em órbita ao redor da Terra.A maneira de se lidar com essas diferenças é escrever em um referencial genérico a equação de movimento observada no referencial localmente inercial, através da equação que determina a transformação de referenciais.

No referencial localmente inercial, não há acelerações nas trajetórias das partículas: Há coordenada do tempo, as coordenadas espaciais e o tempo próprio do referencial. A mudança de referenciais é como se em um referencial localmente inercial um corpo executa movimento retilíneo uniforme, em um referencial genérico o mesmo corpo percorrerá ao longo do espaço-tempo uma curva que não necessariamente é uma linha reta nesse referencial.

A ideia importante para se entender a fundo os conceitos básicos da Relatividade geral é entender o que significa o movimento de um corpo neste espaço-tempo de 4 dimensões. Não existe movimento espacial sem movimento temporal. Isto é, no espaço-tempo não é possível a um corpo se mover nas dimensões espaciais sem se deslocar no tempo. Mas mesmo quando não nos movemos espacialmente, estamos nos movendo na dimensão temporal (no tempo).

No plano espacial, se um objeto se desloca de um ponto ao outro sem se deslocar na direção temporal, a velocidade deste deslocamento será infinita, já que a velocidade inclui um deslocamento pelo intervalo de tempo, que neste caso seria zero.
Na Teoria da Relatividade especial sabe-se que a maior velocidade possível para algo material, no nosso universo, é a velocidade da luz.

Na Relatividade geral, a presença de matéria e energia altera essa matriz, alterando o espaço-tempo. É importante notar que a métrica é uma característica do espaço-tempo e não do referencial. Assim, ela é invariante para todos os referenciais.

Imaginemos agora um observador no espaço profundo. Suponha que ele esteja parado, isto é, em um movimento geodésico que é uma linha reta diretamente para o futuro. Se agora colocarmos instantaneamente ao seu lado uma massa (veja o princípio da deformação no livro ‘universo em desencanto) suficientemente grande, a deformação que esta massa causará no espaço-tempo em sua vizinhança irá curvar e alterar as coordenadas originais do espaço-tempo no local.

O efeito é que aquele movimento que era apenas uma linha reta na direção temporal agora passará a ocorrer também nas novas coordenadas espaciais. A linha se curva e se enrola (veja o princípio da deformação no livro ‘Universo em Desencanto) em torno do corpo enquanto ele se move na direção do tempo futuro. E nosso observador começa a se mover espacialmente devido à distorção da geometria causada pela massa, não devido à presença de uma força. Isto era o efeito que se costuma chamar de gravidade mas que, à luz desta teoria, é uma distorção da geometria do espaço-tempo devido à presença de uma massa.

Para ajudar a entender intuitivamente o conceito de curvatura do espaço-tempo por um objeto massivo é comum usar-se uma analogia com a deformação causada por uma bola pesada numa membrana elástica. (É evidentemente uma representação um tanto «fantasiosa», pois mostra apenas a curvatura espacial de um espaço de duas dimensões, sem levar em consideração o efeito do tempo.)

Uma analogia para a curvatura do espaço-tempo causada por uma massa: Quanto maior for a massa do objeto, maior será a curvatura da membrana. Se colocarmos perto da cova criada um objeto mais leve, como uma bola de ping-pong, ela cairá em direção à bola maior. Se, em vez disso, atirarmos a bola de ping-pong a uma velocidade adequada em direção ao poço, ela ficará a "orbitar" em torno da bola pesada, desde que o atrito seja pequeno. E isto é, de algum modo, análogo ao que acontece quando a Lua orbita em torno da Terra, por exemplo.

Na relatividade geral, os fenômenos que na mecânica clássica se considerava serem o resultado da ação da força da gravidade, são entendidos como representando um movimento inercial num espaço-tempo curvo. A massa da Terra encurva o espaço-tempo e isso faz com que tenhamos tendência para cair em direção ao seu centro.

O ponto essencial é entender que não existe nenhuma «força da gravidade» atuando à distância. Na relatividade geral, não existe ação à distância e a gravidade não é uma força mas sim uma deformação geométria do espaço encurvado pela presença nele de massa, energia ou momento. E uma geodésica é o caminho mais curto entre dois pontos, numa determinada geometria. É a trajetória que segue no espaço-tempo um objeto em queda livre, ou seja, livre da ação de forças externas. Por isso, a trajetória orbital de um planeta em volta de uma estrela é a projeção num espaço 3D de uma geodésica da geometria 4D do espaço-tempo em torno da estrela.

Se os objetos tendem a cair em direção ao solo é apenas devido à curvatura do espaço-tempo causada pela Terra. Quando um objeto foi lançado no ar, ele sobe e depois cai. Mas não é porque haja uma força a puxá-lo para baixo, o objeto segue apenas uma geodésica num espaço-tempo curvo. Quando está no ar, não há nenhuma força a agir sobre ele, exceto a da resistência do ar. Se o vemos a acelerar, é porque, quando estamos parados em cima do solo, a nossa trajetória não segue uma «linha reta» (uma geodésica), porque há uma força que age sobre nós: a força do solo a puxar-nos para cima. Aquilo a que chamamos «força da gravidade» resulta apenas do fato de a superfície da Terra nos impedir de cair em queda-livre segundo a linha geodésica que a curvatura do espaço-tempo nos impõe. Aquilo a que chamamos «força da gravidade» é apenas o resultado de estarmos submetidos a uma aceleração física contínua causada pela resistência mecânica da superfície da Terra. A sensação de peso que temos resulta do fato de a superfície da Terra nos «empurrar para cima».

Uma pessoa que cai de um telhado de uma casa não sente, durante a queda, nenhuma força gravitacional. Sente-se «sem peso». Se largar um objeto, ele flutuará a seu lado, exatamente com a mesma aceleração constante (na ausência da resistência do ar).
Mas, como já se explicou, a analogia apresentada dificilmente se pode considerar uma boa representação do que realmente acontece. O exemplo que apresentamos anteriormente permite elucidar de um modo mais correto a curvatura do espaço-tempo, através de efeitos sobre as linhas geodésicas.

As trajetórias dão informações sobre a curvatura na região. Esta é a melhor maneira pela qual podemos esperar descrever um objeto que possui 4 dimensões para seres que vivem em apenas 3 dimensões.

MATEMÁTICA DA RELATIVIDADE GERAL

Para estender as leis da física para o contexto de sistemas de coordenadas gerais, um extenso arsenal de ferramentas matemáticas deve ser dominado. Nenhum sistema de coordenadas utilizados na Física Matemática é geral o bastante para causar alteração na geometria. Eles ajudam, portanto a simplificar a solução.

Na Relatividade Geral precisamos estender este conhecimento para transformações de coordenadas que alterem a geometria do espaço-tempo. Para isto são necessárias uma síntese e uma generalização deste conhecimento matemático em um novo cálculo, o Cálculo Tensorial que permitir escrever quaisquer equações independentemente do sistema de coordenadas utilizado. O Tensor métrico é a peça fundamental da teoria da Relatividade Geral. O tensor métrico possui informações não só sobre como se calculam as distâncias, mas como se realizam outras operações geométricas em espaços curvos.

A primeira solução exata para essa a equação, Equação de Einstein, é a solução para o caso de uma massa esférica estacionária, isto é, sem rotação da massa. Esta foi também a primeira solução que descreve um buraco negro. São obtidas a partir de uma determinada métrica. Propor uma métrica correta é uma parte importante e difícil do problema. Algumas das soluções conhecidas da Equação de Einstein descrevem os buracos negros.
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